Espondilolistese de Alto Grau: Tratamento Cirúrgico com Artrodese in Situ

Autores/as

  • Alice Chagas Matos Clínica Neurocirúrgica da Dor – Brasília – DF
  • Milene Lacerda Macedo Falcão Hora Clínica Neurocirúrgica da Dor – Brasília – DF
  • Thiago Falcão Hora Clínica Neurocirúrgica da Dor – Brasília – DF
  • Verônica Belloni Clínica Neurocirúrgica da Dor – Brasília – DF
  • Adriane Albuquerque e Silva Messias Clínica Neurocirúrgica da Dor – Brasília – DF
  • Eduardo Yuri Tagawa Pereira Clínica Neurocirúrgica da Dor – Brasília – DF
  • Gabriella Silva Garcia Tagawa Clínica Neurocirúrgica da Dor – Brasília – DF
  • Dandara Soares da Silva Clínica Neurocirúrgica da Dor – Brasília – DF

Palabras clave:

ESPONDILOLISTESE; ARTRODESE IN SITU; ESCORREGAMENTO VERTEBRAL; INSTABILIDADE

Resumen

Avaliar um método para tratar a espondilolistese de alto grau, em adolescentes, com fixação monossegmentado, preservando o nível adjacente e a melhora do equilíbrio sagital. Os autores analisaram no seguimento de seis meses, os resultados de pacientes com espondilolistese de alto grau submetidos à artrodese posterolateral in situ, a técnica cirúrgica consistiu em artrodese posterolateral in situ com auto enxerto ósseo retirado de osso ilíaco. Em apenas um caso foram utilizados parafusos pediculares, que teve evolução ruim com pseudoartrose e necessidade de nova intervenção cirurgia, os outros oito casos tiveram boa evolução, com alívio da dor e retorno às atividades profissionais e do cotidiano

Publicado

2026-06-05

Cómo citar

Chagas Matos, A., Lacerda Macedo Falcão Hora, M., Falcão Hora, T., Belloni, V., Albuquerque e Silva Messias, A., Tagawa Pereira, E. Y., … Soares da Silva, D. (2026). Espondilolistese de Alto Grau: Tratamento Cirúrgico com Artrodese in Situ. REVISTA BRASILEIRA DE DOENÇAS OSTEOMETABÓLICAS, 15(15 (JUNHO). Recuperado a partir de https://aboom.emnuvens.com.br/aboom/article/view/60