Efeitos do Uso de Hormônio do Sexo Oposto por Transexuais Sobre a Massa Óssea

Autores/as

  • André Marquez Cunha UNIFAN - Goiânia - Goiás
  • Fabiana Pompêo de Pina UNIFAN - Goiânia - Goiás

Palabras clave:

TRANSEXUALISMO; MASSA ÓSSEA; OSTEOPOROSE

Resumen

A transexualidade é a condição na qual há uma discordância entre o sexo biológico e o psicossocial. Embora seja condição rara, quando ocorre tem alto impacto sobre a vida da pessoa, comprometendo seu desenvolvimento social, afetivo, profissional e podendo levar a complicações graves como depressão, automutilação e suicídio. O tratamento inclui, dentre outros procedimentos, a retirada das gônadas e a administração de esteroides sexuais do sexo oposto. Por terem forte influência sobre o metabolismo ósseo, a testosterona e o estrogênio, quando diminuídos se correlacionam com diminuição da massa óssea, podendo levar à osteoporose e suas graves complicações. Tendo em vista a crescente demanda por processo transexualizador assim como a importância de se evitar a perda de massa óssea, realizamos revisão da literatura sobre os efeitos da terapia hormonal realizada em transexuais masculinos (TMTM) e femininos (TFTF) sobre a densidade mineral óssea. Através das bases de dados Socpus, Web of Science, e PubMed, cruzamos as palavras-chave “transsexualism” e “bone mass” e “transexualism” e “osteoporosis”; em seguida selecionamos artigos a serem levantados inicialmente através dos seus títulos e resumos, chegando a 13 artigos pertinentes ao levantamento. Resultados e conclusões: Tanto a o uso de estrogênio por TMTF quanto o uso de testosterona por TFTM parecem ser capazes de manter a densidade mineral óssea dentro da normalidade, desde que administrados em doses adequadas. Para sua monitorização, é sugerida a dosagem de Hormônio Folículo Estimulante e Hormônio Luteinizante assim como densitometria óssea em tratamentos prolongados

Publicado

2026-06-03

Cómo citar

Marquez Cunha, A., & Pompêo de Pina, F. (2026). Efeitos do Uso de Hormônio do Sexo Oposto por Transexuais Sobre a Massa Óssea. REVISTA BRASILEIRA DE DOENÇAS OSTEOMETABÓLICAS, 11(11 (ABRIL). Recuperado a partir de https://aboom.emnuvens.com.br/aboom/article/view/25