Importância da Clínica e do Laboratório na Doença de Paget

Autores/as

  • Jhonny Escalera Cruz Hospital Ortopédico de Palmas e Liga do Trauma da UFG
  • Daniel Lobo Hospital Ortopédico de Palmas e Liga do Trauma da UFG
  • Túlio Romano Troncoso Chaves Hospital Ortopédico de Palmas e Liga do Trauma da UFG
  • Luiz Gustavo Nunes Silva Hospital Ortopédico de Palmas e Liga do Trauma da UFG
  • Gabriel João Francisco Souza Hospital Ortopédico de Palmas e Liga do Trauma da UFG
  • Gabriel Rodrigues Silva Hospital Ortopédico de Palmas e Liga do Trauma da UFG
  • Frederico Barra de Moraes Hospital Ortopédico de Palmas e Liga do Trauma da UFG

Palabras clave:

DOENÇA DE PAGET, OSTEÍTE DEFORMANTE, DIAGNÓSTICO, LABORATÓRIO

Resumen

A doença de Paget é um distúrbio localizado na remodelação óssea, processo iniciado por aumentos na reabsorção óssea mediada pelos osteoclastos, com elevações compensatórias subsequentes na nova formação óssea. Tem distribuição geográfica variável em todo mundo e é mais comumente encontrada em brancos europeus e descendentes de europeus com mais de 55 anos de idade. O diagnóstico é realizado através de exame clínico rigoroso, uma vez que a queixa do paciente é dor e deformidade no esqueleto, porém acredita-se que a maioria dos pacientes seja assintomática. Exames de imagem como raio x e cintilografia óssea são exames diagnósticos de lesão suspeita de Doença de Paget óssea; tomografia computadorizada e ressonância magnética podem ser úteis quando as complicações associadas com DPO (doença de Paget ósseo) são suspeitas, como fraturas ou degeneração sarcomatosa do osso pagético. O objetivo deste trabalho é relatar um caso de doença de Paget ósseo em paciente jovem, 39 anos de idade, negro, ascendência alemã, assintomático, que durante atividade física, futebol recreativo, sofreu trauma de moderada intensidade “joelhada” na região do glúteo esquerdo ocasionando uma fratura do acetábulo esquerdo. No atendimento inicial do PS e devido às características radiográficas de espessamento cortical, expansão e lesões mistas, líticas e escleróticas foi encaminhado a ortopedia oncológica onde foi solicitado laboratório de rotina, RNM e submetido à biópsia em duas oportunidades sem definição diagnóstica para doença de Paget, solicitando avaliação do serviço de Osteometabolismo onde foi realizado exame laboratorial de fosfatase alcalina que mostrando valores muito altos associado a ascendência alemã referida pelo paciente e as características de imagens de Rx se realiza o diagnóstico de Paget, por tanto através deste relato de caso queremos enfatizar a importância da anamnese do paciente assim como o laboratório, fosfatase alcalina podem nos orientar há um diagnóstico definido e dessa forma evitar procedimentos desnecessários

Publicado

2026-06-08

Cómo citar

Escalera Cruz, J., Lobo, D., Troncoso Chaves, T. R., Nunes Silva, L. G., Souza, G. J. F., Rodrigues Silva, G., & Barra de Moraes, F. (2026). Importância da Clínica e do Laboratório na Doença de Paget. REVISTA BRASILEIRA DE DOENÇAS OSTEOMETABÓLICAS, 18(18 (OUTUBRO). Recuperado a partir de https://aboom.emnuvens.com.br/aboom/article/view/112