Diagnóstico de Gastrosquise no Período Gestacional

Autores

  • Ariane de Souza Cordeiro Liga de Ortopedia e Traumatologia – UNIFAN
  • Lorraine Branquinho Ferreira Liga de Ortopedia e Traumatologia – UNIFAN
  • Caroline Cardoso Coelho Liga de Ortopedia e Traumatologia – UNIFAN
  • Lucas Matheus Reis Liga de Ortopedia e Traumatologia – UNIFAN
  • Paolla Machado Cotrim Liga de Ortopedia e Traumatologia – UNIFAN
  • Frederico Barra de Moraes Liga de Ortopedia e Traumatologia – UNIFAN

Palavras-chave:

GASTROSQUISE; TRATAMENTO; ULTRASSONOGRAFIA

Resumo

Vários fatores têm contribuído para a diminuição das taxas de mortalidade infantil, os quais citam-se os avanços em cuidados perinatais, a ampliação das unidades de terapia intensiva (UTI) neonatal, a melhoria dos equipamentos de ventilação mecânica, o emprego da nutrição parenteral, os avanços nos métodos diagnósticos pré e pós-natal e os protocolos atualizados de assistência perinatal. Dessa maneira, os recém-nascidos com Gastrosquise (GTQ) podem, atualmente, atingir taxas de sobrevida que chegam a mais de 90%, principalmente em países desenvolvidos. Pacientes com essa patologia apresentam um defeito na parede abdominal anterior, não relacionado ao cordão umbilical, que resulta na exteriorização de vísceras abdominais desde a vida intrauterina. Sabe-se que a GTQ é uma malformação congênita da parede abdominal, o qual apresenta um aumento crescente no mundo todo, cuja causa não é totalmente elucidada. Esta doença se caracteriza por um defeito no fechamento da parede abdominal com herniação dos intestinos e de outros órgãos abdominais para a cavidade amniótica, onde a herniação é na região paraumbilical direita, mas em alguns pacientes pode ocorrer do lado esquerdo. Relatamos um caso cujo diagnóstico é de GTQ. Não houve nenhuma intervenção durante a gestação

Downloads

Publicado

2026-06-05

Como Citar

de Souza Cordeiro, A., Branquinho Ferreira, L., Cardoso Coelho, C., Reis, L. M., Machado Cotrim, P., & Barra de Moraes, F. (2026). Diagnóstico de Gastrosquise no Período Gestacional. REVISTA BRASILEIRA DE DOENÇAS OSTEOMETABÓLICAS, 17(17 (MAIO). Recuperado de https://aboom.emnuvens.com.br/aboom/article/view/99