Impacto dos medicamentos antiosteoporóticos sobre a mortalidade pós-fratura de quadril

Autores

  • Jéssica de Assis Bispo Liga do Trauma da Faculdade de Medicina da UFG
  • Thiago Carvalho Barreto Liga do Trauma da Faculdade de Medicina da UFG
  • Vinícius Martins Rocha Vaz Liga do Trauma da Faculdade de Medicina da UFG
  • Tharley Barbosa Rodrigues Liga do Trauma da Faculdade de Medicina da UFG
  • Frederico Barra de Moraes Liga do Trauma da Faculdade de Medicina da UFG

Palavras-chave:

Medicamentos; Osteoporose; Fratura de quadril

Resumo

As fraturas de quadril, frequentemente associadas à osteoporose, são lesões graves que produzem altas taxas de perda de mobilidade e de qualidade de vida, com mortalidade de até 40% em 1 ano. A partir dessa problemática, investigamos se o uso de medicações anti osteoporóticas (bifosfonatos, denosumab, teriparatida, moduladores de receptores de estrogênio, vitamina D, cálcio, ibandronato) são capazes de reduzir a mortalidade pós fratura de quadril e se há diferenças no desempenho de diferentes drogas sobre a sobrevida. Foram revisadas pesquisas com encontrado que essas drogas, sobretudo o ácido zoledrônico, aumentam a sobrevida desses pacientes por fatores biológicos além da prevenção de novas fraturas. Esse efeito, entretanto, varia segundo outros fatores, como o modelo de cuidados em saúde, adesão ao tratamento e duração da terapia. Medicamentos injetáveis também se mostraram mais redutores de mortalidade comparados aos orais, porém são se pode afirmar que há uma superioridade farmacológica, uma vez que os pacientes em uso de drogas injetáveis tendem a ter mais adesão e duração de tratamento.

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Publicado

2026-06-11

Como Citar

de Assis Bispo, J., Carvalho Barreto, T., Martins Rocha Vaz, V., Barbosa Rodrigues, T., & Barra de Moraes, F. (2026). Impacto dos medicamentos antiosteoporóticos sobre a mortalidade pós-fratura de quadril. REVISTA BRASILEIRA DE DOENÇAS OSTEOMETABÓLICAS, 25(25 (ABRIL). Recuperado de https://aboom.emnuvens.com.br/aboom/article/view/190